Bem-vindo!
Sou coach, consultora e formadora nas áreas do desenvolvimento do comportamento pessoal e profissional.
A minha tese de Mestrado teve como tema o Impacto da Halitose no Bem-estar do Indivíduo.
Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.
Com uma visão aberta e criativa e experiência, apoio as pessoas, grupos e organizações num caminho para que se tornem mais conscientes, eficientes, livres e felizes, que atinjam os resultados desejados e se realizem plenamente na vida pessoal, profissional e social.
O propósito dos meus serviços profissionais é facilitar mudanças positivas e duradouras, desenvolver competências pessoais e profissionais, ajudar as pessoas a realizar os seus objectivos e sonhos, fazendo a diferença nas suas vidas pessoais e profissionais.
"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Campanha publicitária
Assim a campanha publicitaria procurou demostrar que os restos de comida nos dentes chamam mais a atenção que qualquer handicap físico.
Estudo de Saúde Oral
É neste sentido que solicitamos a sua colaboração.
Trata-se do preenchimento de um questionário online que dura cerca de 5 minutos.
Para aceder ao questionário basta clicar no link seguinte:
Take the Survey
ou:
https://iscteiul.us.qualtrics.
Muito obrigada pela colaboração,
A Equipa do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Lançamento do Livro - O mundo do Hálito a descoberto
Na Fnac do Colombo com Xana Alves da Prova Oral - Antena 3 que moderou a apresentação do lançamento do Livro do Dr. Jonas Nunes, e a representante da Editora Gradiva.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Quem procura tratamento?
Na
Península Ibérica, a consulta de halitose é ligeiramente mais procurada
por mulheres do que por homens (53% vs 47%, respectivamente). As
mulheres tendem a ser mais exigentes e a preocupar-se mais com o seu
próprio hálito. As consultas do Instituto do Hálito na Península Ibérica
registaram um espectro de idades que foi dos 2 aos 94 anos, com uma
média de idades de 38 anos. No caso de crianças, a maior preocupação dos
pais que as trazem à consulta é que a halitose seja um sinal de uma
doença subjacente. Porém, o impacto mais negativo na qualidade de vida
surge entre os 15 e os 35 anos. É nestas idades que se observam, com
maior frequência, os efeitos psico-sociais da halitose, como baixa
auto-estima, insegurança e isolamento (com repercussões no namoro, nas
amizades e no sucesso escolar). Após os 35 anos, já se observa uma
importância maior atribuída ao contexto profissional, fazendo com que os
pacientes procurem a consulta também por recear um impacto na carreira.
A importância de estabelecer um diagnóstico etiológico

Terapêutica consoante as causas apuradas

A eventual necessidade de consultas de revisão

HCP Arthyaga®: um protocolo de eficácia comprovada

http://www.halito.pt/halitose/tratamento/
Mau hálito ou halitose?


Halitose: um tema tabu nos dias de hoje
A halitose como factor desencadeante de efeitos psicológicos graves
A halitose como sinal de uma patologia subjacente

Até à data, foram detectados mais de 3000 compostos diferentes no hálito de diferentes pessoas, muitos dos quais associados a patologias subjacentes. A detecção e a identificação da sua origem podem ser importantes no diagnóstico precoce de certas doenças com efeitos prejudiciais (por exemplo, a periodontite pode resultar na perda prematura dos dentes).
As origens mais frequentes de halitose



Nos restantes 23% dos pacientes que procuraram os centros clínicos do Instituto do Hálito não foi diagnosticada halitose verdadeira. Certas condições como a diminuição da secreção salivar, problemas digestivos, stress/ansiedade, embora em alguns casos originem halitose verdadeira, podem criar sensações gustativas que são percebidas como sensações olfactivas e induzir uma pessoa a crer que padece de halitose.
http://www.halito.pt/halitose/
Na Península Ibérica: a concretização de um projecto nascido nos E.U.A.
Desenvolvendo protocolos clínicos de excelência
Os fenómenos associados com a existência de halitose podem ocorrer em distintas partes do organismo (boca, nariz, garganta, pulmões, estômago, intestino, fígado, rins, etc.). Por conseguinte, neste projecto têm colaborado mais de 30 profissionais de saúde relacionados com as possíveis causas de halitose, sobretudo médicos-dentistas, médicos especialistas em Estomatologia, Otorrinolaringologia, Gastrenterologia, Medicina Interna, Nefrologia, Análises Clínicas, Imuno-alergologia, além de psicólogos e nutricionistas. O resultado desta sinergia foi um protocolo de diagnóstico e tratamento para uso clínico, o HCP Arthyaga®, que recentemente obteve o reconhecimento por parte de um painel europeu de experts como detentor de uma taxa de êxito global de 96,6%.
Apoiando profissionais de saúde na abordagem clínica da halitose
O Instituto do Hálito presta formação a médicos, médicos-dentistas e higienistas orais, tanto em Portugal como em Espanha. Para além das ocasionais palestras e conferências médicas, são ministrados cursos modulares de 64 horas de duração com o propósito de colmatar as habituais insuficiências nos programas curriculares académicos. As aulas são ministradas por professores experientes, com doutoramento específico e prática clínica exclusiva na área da Halitose. Nestes cursos, os participantes recebem formação sobre as linhas de orientação e metodologias específicas relacionadas com a anamnese, os exames de diagnóstico, análise e racionalização dos resultados, e tomas de decisão sobre as terapêuticas apropriadas a seguir.
Investigação em colaboração com sociedades científicas, unidades de saúde públicas e universidades
O Instituto do Hálito tem realizado investigação nos mais variados ramos relacionados com a halitose, nomeadamente ao nível da bioquímica, epidemiologia, factores de risco, impacto na qualidade de vida, abordagem clínica, diagnóstico, tratamento e peritagem de produtos comercialmente disponíveis. A maioria destes estudos têm sido realizados em parceria com membros de sociedades científicas especializadas, designadamente a International Society for Breath and Odor Research e a International Association of Breath Research, unidades de saúde públicas e universidades. Neste último caso, ao nível clínico, quase exclusivamente com a Universidade de Sevilha e, ao nível das ciências humanas, com o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
Informando a população sobre um tema pouco divulgado
Na Península Ibérica ainda é necessário falar mais e melhor sobre halitose. Sobretudo informar sobre a multiplicidade das causas, desacreditando o preconceito associado com a falta de higiene, a crença de que o estômago é uma origem frequente e que a auto-percepção de halitose não significa obrigatoriamente a ocorrência de halitose verdadeira. A consulta do hálito – recurso apropriado para as pessoas que têm a vida afectada por este problema – ainda é uma realidade desconhecida para a maior parte da população. O Instituto do Hálito tem tomado acções no sentido de informar a população.
Para além da apresentação de conteúdos didácticos on-line (secção “HALITOSE” presente neste site), têm sido tomadas diligências, nomeadamente através de livros para o público em geral e acções de divulgação da patologia nos meios televisivos e na imprensa escrita.





