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Sou coach, consultora e formadora nas áreas do desenvolvimento do comportamento pessoal e profissional.

A minha tese de Mestrado teve como tema o Impacto da Halitose no Bem-estar do Indivíduo.

Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.

Com uma visão aberta e criativa e experiência, apoio as pessoas, grupos e organizações num caminho para que se tornem mais conscientes, eficientes, livres e felizes, que atinjam os resultados desejados e se realizem plenamente na vida pessoal, profissional e social.

O propósito dos meus serviços profissionais é facilitar mudanças positivas e duradouras, desenvolver competências pessoais e profissionais, ajudar as pessoas a realizar os seus objectivos e sonhos, fazendo a diferença nas suas vidas pessoais e profissionais.

‎"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Existe cura para a halitose ou mau hálito?

Essa é uma das preocupações principais das pessoas que procuram o nosso departamento clínico. Frequentemente pensam que o seu caso não tem solução, já que experimentaram quase de tudo. Apesar dos resultados muito positivos alcançados nos últimos anos, desde o meu ponto de vista, a palavra cura associada com o conceito de halitose está a ser utilizada de um modo abusivo. Por exemplo, a taxa de êxito do protocolo clínico que utilizamos, provavelmente a mais elevada verificada em instituições académicas até à data, foi de 96,6%. Isto significa que em cada 100 pacientes, pelo menos 96 deles, despois de tratados, deixaram de manifestar mau hálito. Estes resultados são muito positivos já que estamos a falar de pacientes procuraram uma consulta especializada depois de, em muitos casos, haver consultado uma serie de profissionais de saúde (portanto estamos a falar de pacientes com uma higiene oral ótima e cujas causas de halitose não são visíveis). Neste estudo que avaliou a taxa de êxito, os critérios utilizados exigiram uma confirmação tripla: por parte de familiares, por parte de examinadores de odor e através de aparelhos que medem o mau odor (técnicas de cromatografia gasosa). Sobre a taxa de êxito (96,6%), numa grande parte dos casos, considero que houve cura (o paciente nunca mais manifestou mau hálito nem necessitou de cuidados especiais ao longo do tempo). A cura sucede, por exemplo, nos casos de halitose muito intensa devido a amigdalite caseosa crónica. Depois da remoção cirúrgica do foco infecioso (criptas amigdalinas), o paciente é incapaz de produzir os caseos/cálculos amigdalinos e, por conseguinte, mau hálito. Não obstante, noutros casos, ainda que existiu remissão do mau hálito, seria pouco rigoroso considerá-los curados (prefiro utilizar a expressão tratados). Um exemplo são os casos de pacientes com halitose devido a hiposalivação (secura bucal). Através de certas terapêuticas, ao longo de um período de tempo, consegue-se aumentar a função salivar (ex.: através da toma regular de fármacos colinérgicos). Porém, isto não significa que, cinco anos depois, o paciente não necessite de repetir o tratamento uns meses mais (já que as recidivas – diminuição do fluxo salivar – podem ocorrer em algumas pessoas). Considero o paciente tratado (já que nunca mais manifestou halitose), no entanto a resolução não ficou terminantemente concluída (alguns casos podem necessitar de retratamento anos mais tarde). Considero a palavra cura, nestes casos, abusiva.
Aclaro que estar tratado não é estar continuamente dependente de produtos que mascaram o odor (elixires ou chicletes com sabor/odor a menta ou outros similares). Estes possuem um efeito a curto prazo. Esta situação não pode ser considerada êxito clínico (e muito menos afirmar que o paciente está curado ou tratado). Neste sentido, torna-se pouco ético o cenário a que assistimos hoje: o abuso da palavra cura a nível comercial. Em muitos casos, o que se oferece não é a cura mas sim um contrato de dependência vitalício (já que o efeito é apenas a curto prazo e a pessoa está dependente de utilizar o produto várias vezes ao dia). http://www.halito.pt/faq/cura-para-mau-halito.html

domingo, 23 de setembro de 2012

Livro O mundo do hálito a descoberto - Dr. Jonas Nunes

SIC - Querida Júlia 01-08-2012

Clínica do Hálito - Dr Jonas Junes - Querida Júlia

No dia 1 de Agosto de 2012, o Professor Doutor Jonas Nunes, médico dentista (especialidade "Halitose”) da Clínica dentária d'avenida, foi entrevistado no programa "Querida Júlia" para explicar uma patologia pouco falada, mas bastante presente na vida de muitos portugueses: O MAU HÁLITO. Um dos maiores desafios do tratamento do mau hálito prende-se com o facto de este ter múltiplas causas e envolver diversas especialidades da Medicina. Apesar da complexidade desta patologia, o aparecimento de modernos aparelhos de diagnóstico, a descoberta das causas mais frequentes e o desenvolvimento de terapêuticas de maior eficácia vieram permitir o tratamento da quase totalidade dos casos. Torna-se, por isso, relevante divulgar as descobertas decorrentes da investigação de uma patologia que a maioria das pessoas julga não ter solução e que esteve durante muito tempo ausente do panorama científico. Atualmente, o protocolo utilizado na Clínica dentária d’avenida, Arthyaga - Halitosis Clinical Protocol, obteve o reconhecimento internacional, alcançando uma taxa de êxito de 96,6%. A Clínica dentária D'avenida é a única na região norte que, em parceria com o Instituto do Hálito, possuiu a especialidade “Halitose”. Se pretende marcar uma consulta, contacte-nos através dos seguintes contactos: 223 746 350 / 223 799 540 ou através do site www.clinicadavenida.com Para visualizar a entrevista, carregue no link por favor. http://sic.sapo.pt/proj_queridajulia/Scripts/VideoPlayer.aspx?videoId=%7B12B73325-6FE1-4668-B4C8-6CD6449640F6%7D

Prova Oral de 10 Set 2012 - RTP Play - RTP

Prova Oral de 10 Set 2012 - RTP Play - RTP

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