Bem-vindo!

Sou coach, consultora e formadora nas áreas do desenvolvimento do comportamento pessoal e profissional.

A minha tese de Mestrado teve como tema o Impacto da Halitose no Bem-estar do Indivíduo.

Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.

Com uma visão aberta e criativa e experiência, apoio as pessoas, grupos e organizações num caminho para que se tornem mais conscientes, eficientes, livres e felizes, que atinjam os resultados desejados e se realizem plenamente na vida pessoal, profissional e social.

O propósito dos meus serviços profissionais é facilitar mudanças positivas e duradouras, desenvolver competências pessoais e profissionais, ajudar as pessoas a realizar os seus objectivos e sonhos, fazendo a diferença nas suas vidas pessoais e profissionais.

‎"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein

domingo, 23 de setembro de 2012

SIC - Querida Júlia 01-08-2012

Clínica do Hálito - Dr Jonas Junes - Querida Júlia

No dia 1 de Agosto de 2012, o Professor Doutor Jonas Nunes, médico dentista (especialidade "Halitose”) da Clínica dentária d'avenida, foi entrevistado no programa "Querida Júlia" para explicar uma patologia pouco falada, mas bastante presente na vida de muitos portugueses: O MAU HÁLITO. Um dos maiores desafios do tratamento do mau hálito prende-se com o facto de este ter múltiplas causas e envolver diversas especialidades da Medicina. Apesar da complexidade desta patologia, o aparecimento de modernos aparelhos de diagnóstico, a descoberta das causas mais frequentes e o desenvolvimento de terapêuticas de maior eficácia vieram permitir o tratamento da quase totalidade dos casos. Torna-se, por isso, relevante divulgar as descobertas decorrentes da investigação de uma patologia que a maioria das pessoas julga não ter solução e que esteve durante muito tempo ausente do panorama científico. Atualmente, o protocolo utilizado na Clínica dentária d’avenida, Arthyaga - Halitosis Clinical Protocol, obteve o reconhecimento internacional, alcançando uma taxa de êxito de 96,6%. A Clínica dentária D'avenida é a única na região norte que, em parceria com o Instituto do Hálito, possuiu a especialidade “Halitose”. Se pretende marcar uma consulta, contacte-nos através dos seguintes contactos: 223 746 350 / 223 799 540 ou através do site www.clinicadavenida.com Para visualizar a entrevista, carregue no link por favor. http://sic.sapo.pt/proj_queridajulia/Scripts/VideoPlayer.aspx?videoId=%7B12B73325-6FE1-4668-B4C8-6CD6449640F6%7D

Prova Oral de 10 Set 2012 - RTP Play - RTP

Prova Oral de 10 Set 2012 - RTP Play - RTP

Tv globo gazetaonline - Instituto do Hálito - halitose caseum amig...

domingo, 6 de maio de 2012

Tratamentos Eficazes




Na realidade o mais importante é que as pessoas percebam que a halitose não tem, nem deve, ser um assunto tabu.


Além de existirem mais de 80 causas diferentes, existem tratamentos eficazes!


É verdade!



Por exemplo, na clínica do hálito em Lisboa, é possível fazer consultas para diagnosticar se sofre de halitose, qual a causa ou as causas da mesma, e realizar um tratamento adequado a cada caso específico. 

Impacto dos estudos



Os resultados foram analisados no âmbito da literatura da saúde e bem-estar. 
Estes estudos constituem um primeiro passo para um diálogo sistemático entre a ciência e as partes interessadas, bem como, para o desenvolvimento de programas de prevenção e tratamento da saúde oral.
Este projecto tem implicações ao nível teórico, metodológico e prático.
Ao nível teórico, estabelece uma conexão directa com outras áreas científicas, especialmente na odontologia, este estudo nos permite integrar modelos teóricos e pesquisas futuras (Dutton & Heaphy, 2008). Por outro lado, contribui para a discussão teórica sobre a relação entre física e bem-estar subjectivo (Miller, Chen & Cole, 2009). A revisão da literatura sobre o impacto psicológico da halitose na vida pessoal e profissional dos indivíduos, apesar de ser reduzida, tem sido consensual em relação ao facto de que a halitose causa constrangimento social, emocional e psicológico, o que acaba restrições auto-estima, auto, -imagem, auto-confiança, ansiedade emocional e de exclusão social (Coil, 2002, 2001 Thomas, Eli, 2001; Oho 2001 e tal Lenton, 2001; Cicek et al 2003, Lee et al 2004).
Ao nível metodológico, o objectivo principal deste estudo foi avaliar os efeitos da percepção de halitose do indivíduo no seu bem-estar: felicidade, emoções e respostas comportamentais por meio de questionários (pré e pós-teste - antes e depois de manipular a percepção induzida de halitose) e uma dinâmica de grupo, o que representa uma nova linha de pesquisa.  Este trabalho foi inovador, tendo em conta que não existem estudos publicados que avaliam estes efeitos de forma experimental e sistemática.
Com o aumento da competitividade no mundo dos negócios, as organizações têm-se centrado na valorização dos seus colaboradores e criar as condições necessárias para o desempenho e satisfação.
 A premissa de que a realização da felicidade pessoal no trabalho pode impelir os povos profissionais de gestão permite identificar estratégias eficazes na promoção do bem-estar.
Vários estudos mostram que há benefícios organizacionais em programas de prevenção e tratamento de doenças, como o aumento da qualidade de vida dos colaboradores e produtividade (Witmer, 1995). Participar de programas de bem-estar aumenta a satisfação no trabalho e diminui o absenteísmo (Parks & Steelman, 2008).
Assim, do ponto de vista prático, este trabalho visa melhorar a eficácia da gestão de pessoal e social e organizacional, evocando a necessidade de prevenir, reduzir ou eliminar patologias físicas (halitose), que podem afectar negativamente a felicidade, o estado emocional do indivíduo e as suas respostas comportamentais. Além disso, oferece valor acrescentado, tendo em conta o impacto que a saúde oral tem em termos económicos e sociais, uma vez que promove um diálogo mais sistemático entre a ciência e as partes interessadas (individuo, organização e especialistas médicos), e o desenvolvimento de programas de prevenção e tratamento da saúde oral nas organizações.


2 estudo - Doutoramento



Num segundo estudo, já no âmbito do Doutoramento, realizámos um design experimental, 2x2 (between-subjects), com um pré e um pós-teste e um grupo de controlo, os 96 indivíduos foram aleatoriamente divididos em quatro condições. 
Nesse estudo propusemos a estudar o impacto auto-percepção da halitose nos sub-componentes do bem-estar: na felicidade (Michalo, 2007; Ryff, 1989), nas emoções (Warr, 1987, Salovey 2001) e nos comportamentos físicos (Fagundes & Ludemir, 2005 ; Yaegaki, 2000).
O grupo manipulação gustativa da percepção de halitose  foi adicionado às condições existentes no primeiro estudo. 

Colocámos cinco hipóteses específicas: 
Hipótese 1 – a percepção de halitose nos grupos experimentais diminui a felicidade dos indivíduos durante a dinâmica de grupo, quando comparado com o grupo de controlo; 
Hipótese 2 - a percepção de halitose nos grupos experimentais diminui as emoções positivas dos indivíduos durante a dinâmica de grupo, quando comparado com o grupo de controlo; 
Hipótese 3 - a percepção de halitose nos grupos experimentais aumenta as emoções negativas dos indivíduos durante a dinâmica de grupo, quando comparado com o grupo de controlo; 
Hipótese 4 - a percepção de halitose nos grupos experimentais aumenta a distância entre o indivíduo e sua equipa durante a dinâmica de grupo, quando comparado com o grupo de controlo;
Hipótese 5 - a percepção de halitose nos grupos experimentais aumenta a preferência de afastar-se para tocar num sino, do que ficar perto da equipa e soprar num isqueiro, dos indivíduos durante a dinâmica de grupo, quando comparado com o grupo de controlo.
No estudo 2, além das escalas que usamos no estudo 1 foi adicionada a escala da Felicidade adaptada da Escala de Satisfação com a Vida (Diener, 1985).
Os resultados revelaram que a manipulação halitose "percepção foi bem induzida.
No segundo estudo, houve impacto significativo sobre a felicidade, tendo diminuído nos grupos experimentais; sobre as emoções negativas, tendo aumentado nos grupos experimentais; e sobre as respostas comportamentais, tendo os participantes preferido ficarem mais distantes dos outros devido à sua auto-percepção de halitose.